quinta-feira, 8 de setembro de 2011

1º Workshop do Cerrado de Campo Mourão

O Workshop será realizado no dia 13 de setembro de 2011 no anfiteatro da Universidade Tecnológica Federal do Paraná - Câmpus Campo Mourão.

O objetivo é discutir o destino dos últimos fragmentos de Cerrado de Campo Mourão e debater estratégias de preservação e manejo das espécies ameaçadas de extinção.

Toda a programação segue abaixo:



quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Rio de 6 mil km é descoberto embaixo do Rio Amazonas

AE - Agência Estado Pesquisadores do Observatório Nacional (ON) encontraram evidências de um rio subterrâneo de 6 mil quilômetros de extensão que corre embaixo do Rio Amazonas, a uma profundidade de 4 mil metros. Os dois cursos d?água têm o mesmo sentido de fluxo - de oeste para leste -, mas se comportam de forma diferente. A descoberta foi possível graças aos dados de temperatura de 241 poços profundos perfurados pela Petrobras nas décadas de 1970 e 1980, na região amazônica. A estatal procurava petróleo. Fluidos que se movimentam por meios porosos - como a água que corre por dentro dos sedimentos sob a Bacia Amazônica - costumam produzir sutis variações de temperatura. Com a informação térmica fornecida pela Petrobras, os cientistas Valiya Hamza, da Coordenação de Geofísica do Observatório Nacional, e a professora Elizabeth Tavares Pimentel, da Universidade Federal do Amazonas, identificaram a movimentação de águas subterrâneas em profundidades de até 4 mil metros. O dados do doutorado de Elizabeth, sob orientação de Hamza, foram apresentados na semana passada no 12.º Congresso Internacional da Sociedade Brasileira de Geofísica, no Rio. Em homenagem ao orientador, um pesquisador indiano que vive no Brasil desde 1974, os cientistas batizaram o fluxo subterrâneo de Rio Hamza.

Características A vazão média do Rio Amazonas é estimada em 133 mil metros cúbicos de água por segundo (m3/s). O fluxo subterrâneo contém apenas 2% desse volume com uma vazão de 3 mil m3/s - maior que a do Rio São Francisco, que corta Minas e o Nordeste e beneficia 13 milhões de pessoas, de 2,7 mil m3/s. Para se ter uma ideia da força do Hamza, quando a calha do Rio Tietê, em São Paulo, está cheia, a vazão alcança pouco mais de 1 mil m3/s. As diferenças entre o Amazonas e o Hamza também são significativas quando se compara a largura e a velocidade do curso d?água dos dois rios. Enquanto as margens do Amazonas distam de 1 a 100 quilômetros, a largura do rio subterrâneo varia de 200 a 400 quilômetros. Por outro lado, a s águas do Amazonas correm de 0,1 a 2 metros por segundo, dependendo do local. Embaixo da terra, a velocidade é muito menor: de 10 a 100 metros por ano. Há uma explicação simples para a lentidão subterrânea. Na superfície, a água movimenta-se sobre a calha do rio, como um líquido que escorre sobre a superfície. Nas profundezas, não há um túnel por onde a água possa correr. Ela vence pouco a pouco a resistência de sedimentos que atuam como uma gigantesca esponja: o líquido caminha pelos poros da rocha rumo ao mar. 


As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Venha ser Engenheiro e Captação e Reuso da Água da Chuva em escolas públicas


A AREA-CM em parceria com a diretoria da AREA-CM JR, decidiram prorrogar as inscrições para participação dos Projetos vigentes " Venha ser Engenheiro e Captação e Reuso da Água da Chuva em escolas públicas".
 
O primeiro projeto visa à valorização profissional, divulgando as profissões de Engenharia e os cursos de Campo Mourão. O outro está relacionado com a captação e reuso de águas pluviais em escolas públicas. 

As inscrições estarão abertas até o dia 02/09/201.

AREA-CM (44) 3525-1240/9949-7659 

Presidente da AREA-CM JR. Bruno Ciola (44) 9832-0510.

A ficha de inscrição deverá ser entregue na AREA-CM juntamento com os documentos comprobatórios.

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Declaração de Palestra

Atenção alunos que participaram da palestra “Engenharia Ambiental – Profissão e Mercado de Trabalho” ministrada pelo Engenheiro Ambiental Paulo Romani, no dia 24 de novembro de 2010, informamos que as declarações desta palestra se encontram, agora, na DIREC. Para os que já pegaram sua declaração é preciso que verifiquem se ela está assinada pelo coordenador do curso José Hilton Bernardino de Araújo. Caso não esteja, vocês devem levar a sua declaração para que ele assine.
No HD online do CAEA está disponível um arquivo com o nome "Lista de presença da palestra com o Engº Paulo Romani”, que é a lista dos que estavam presentes, para aqueles que não se lembram se já pegaram a declaração ou não.

domingo, 28 de agosto de 2011

Notícias sobre o Novo Código Florestal

Em audiência no Senado, ex-ministros do meio ambiente foram unânimes em afirmar que o projeto de alteração no Código Florestal, sob análise na Casa, é um retrocesso, e que, além de diminuir a proteção aos biomas brasileiros, traz mais insegurança jurídica.

Para o deputado Sarney Filho, ministro do governo Fernando Henrique Cardoso (1999-2002), “o texto aprovado espelha, acima de tudo, a decisão política de consolidar, de tornar regulares, variados tipos de ocupações ocorridas em desacordo com a lei florestal, notadamente nas áreas rurais.” E acrescentou: “Elege-se uma data mágica, 22 de julho de 2008, data da mais recente regulamentação da lei de crimes ambientais, e passa-se um verdadeiro cheque em branco para as ocupações anteriores a essa data possam ser legalizadas mediante programas de regularização extremamente vagos.”

O ex-ministro Carlos Minc (2008-2010), atual secretário estadual de Meio Ambiente do Rio de Janeiro, também reforçou a tese de que o texto favorece desmatamento. “A possibilidade de aumento da produção agrícola, que é o sustentáculo da balança comercial, sem a necessidade de desmatar, é um fato consensual. No entanto, o texto em discussão na Casa não reflete esse consenso e abre caminho para desmatar em encostas de morros e até em reservas legais.” Ele citou o exemplo do art.38, que permite que um proprietário que desmate sua reserva legal possa compensá-la em outro Estado, onde o valor da terra é mais barato, e ainda usando metade da área com espécies exóticas, que tem algum valor econômico, mas nenhum para a biodiversidade. “Essa regra é um incentivo ao desmatamento, e não poderia valer para novas ilegalidades”.

A ex-ministra (2003-2008) e ex-senadora Marina Silva destacou a expectativa do país diante do tratamento que os senadores vão dar ao assunto. “Neste momento, os olhos do Brasil estão voltados para o Senado brasileiro. Cerca de 80% dos brasileiros, segundo a pesquisa Datafolha, são contra a aprovação desse relatório nos termos em que foi aprovado na Câmara.”

Para Marina, seria um equívoco o Senado entender que basta modificar o artigo 8º, introduzido pela emenda 164, para resolver o problema. “Seria uma vitória de Pirro. A emenda 164 é um veneno que foi dissolvido em todo o projeto”. O artigo 8º desobriga a recuperação de todas ocupações irregulares feitas em áreas de proteção permanente (APPs) até 2008 e abre margem para que novas ocupações agropecuárias sejam legalizadas, o que acaba, na prática, retirando a proteção a beiras de rio, encostas e topos de morro.

O senador Rodrigo Rollemberg (PSB/DF), presidente da Comissão de Meio Ambiente, fez aos palestrantes uma ótima provocação. Relatou que está sendo discutida no âmbito do Governo Federal a renovação das concessões para exploração de hidrelétricas antigas, as quais vencem em 2015. Como os custos de implantação dessa usinas já foram amortizados, na renovação desses contratos é possível se praticar tarifas muito menores do que as atuais. Segundo um estudo da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP) , é possível economizar, apenas para esse conjunto de hidrelétricas, algo em torno de 980 bilhões de reais nos próximos 30 anos em tarifa de luz. Segundo o senador, poderíamos aproveitar pelo menos parte dessa folga financeira (R$ 30 bi/ano) para financiar a recuperação florestal no país, já que o desmatamento ilegal, ao induzir a erosão, é um fator que acelera a diminuição da vida útil dos grandes reservatórios. Os palestrantes responderam positivamente.

sábado, 27 de agosto de 2011

Viação Mourãoense

Devido a grande quantidade de reclamações em relação ao transporte público utilizado pelos alunos da UTFPR o Centro Acadêmico de Engenharia Ambiental juntamente com o DCE recorreram ao Diretor do Campus para marcar uma reunião com o responsável da Viação.

Essa reunião ocorreu no dia 12 de Agosto no Gabinete do Diretor, onde estavam presentes o Diretor do Campus, o Assessor do Diretor,  a responsável pela Comunicação no Campus, o Presidente do CAEA e o presidente do DCE, reunidos com o representante da Viação Mourãoense.

Nessa reunião foram expostos e debatidos todos os problemas enfrentados pelos utilizadores do serviço, tais como: pouca quantidade de veículos, qualidade física dos veículos, mais horários, reforma do terminal, mudança de pontos, desencontro de horários de outras linhas de ônibus, entre outros.

De acordo com o responsável da Viação, todos estes problemas exibidos serão levados à diretoria da empresa para que possam ser estudados, e quão logo receber uma notícia dos superiores, retornaria com um parecer para a Universidade.

O CAEA e o DCE entregaram uma tabela com horários que poderiam entrar no quadro já disponível vigente. Essas informações foram repassadas à Viação por intermédio da assessoria do diretor.

O assessor do diretor ressalta que os tramites em relação à Viação estão indo bem, e que os responsáveis estão entendo os problemas e fazendo o possível para melhorar a situação.

É necessário que os alunos levem as informações aos Centro Acadêmicos ou diretamente ao DCE para que essas instituições possam agir da melhor forma possível.

Logo que o CAEA receber mais informações sobre os processos de melhorias, nós informaremos aos alunos.