VII Congresso Brasileiro de Unidades de Conservação
21 à 25 de setembro de 2015
Curitiba, Paraná
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quinta-feira, 18 de dezembro de 2014
quarta-feira, 17 de dezembro de 2014
terça-feira, 16 de dezembro de 2014
Questionários
Olá galera!
Para que nós do CAEA possamos crescer e ajudar ainda mais vocês alunos, precisamos de sua ajuda. Mas não se preocupe, é rapidinho, basta responder os questionários ali em baixo.
Que tipo de produtos os acadêmicos de ambiental gostariam de comprar pelo CAEA?
Quais atividades vocês gostariam que o centro acadêmico desenvolvesse?
quarta-feira, 10 de dezembro de 2014
Pesquisa avalia regeneração de dentes a partir de celulose bacteriana
Um estudo realizado por uma doutoranda do Instituto de Química, IQ, câmpus de Araraquara, da Universidade Estadual Paulista , Unesp, avalia a utilização de um material feito a partir de celulose bacteriana para a regeneração dentária.
A pesquisa da cirurgiã-dentista Sybele Saska, utiliza a celulose da bactéria Acetobacter xylinum, um microorganismo encontrado em frutas e legumes em decomposição.
O material pode recuperar tecidos ósseos em um período de 7 a 15 dias, o tempo varia de acordo com o tamanho do dano. A capacidade regenerativa foi comprovada por testes in vitro e por um ensaio piloto com coelhos.
O produto levou cerca de um ano e meio para ser produzido e teve sua patente depositada em maio do ano passado, com o apoio do Programa de Apoio à Propriedade Intelectual da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, Fapesp.
A membrana é composta, além da celulose bacteriana, por colágeno, um mineral que compõe o esmalte do dente, chamado de hidroxiapatita e peptídeos sintéticos, que são sequências de aminoácidos. Os peptídeos utilizados na pesquisa são capazes de regular o crescimento ósseo e contribuem com a regeneração.
“Essa inédita combinação traz uma nova perspectiva para o processo de regeneração de tecido ósseo”, explicou a pesquisadora. Segundo ela, apenas defeitos ósseos pequenos podem ser tratados com esse tipo de material.
A pesquisa foi premiada durante a 88ª Sessão Geral da Associação Internacional de Pesquisa Dentária, em julho de 2010, em Barcelona, na Espanha.
Fonte: Ambiente Brasil (Acessado em: 10/12/2014 às 02:38)
terça-feira, 25 de junho de 2013
Engenharia Ambiental é apontada como uma das cinco graduações mais valiosas, segundo Revista Forbes
A revista americana Forbes publicou uma lista com 15 das graduações mais promissoras em termos de salários e oportunidades de emprego. O levantamento, feito pela empresa PayScale, leva em conta as projeções do mercado de trabalho americano até 2020. "Com o aumento do preço das mensalidades das faculdades e com as rápidas mudanças no mercado de trabalho, a formação superior é mais importante que nunca", diz a matéria.
Confira o ranking completo:
1- Engenharia biomédica
2- Bioquímica
3- Ciência da computação
4- Engenharia de software
5- Engenharia ambiental
6- Engenharia civil
7- Geologia
8- Sistema de gerenciamento de informação
9- Engenharia de petróleo
10- Matemática aplicada
11- Matemática
12- Gerenciamento de construção
13- Finanças
14- Física
15- Estatística
Fonte: Revista VEJA
http://www.aneam.org.br/noticias/carreira/1820-engenharia-ambiental-e-apontada-como-uma-das-cinco-graduacoes-mais-valiosas-segundo-revista-forbes
segunda-feira, 27 de maio de 2013
Experimento científico de estudante mostra que plantas não crescem perto do roteador Internet Wi-Fi
Estudantes do nono ano na Dinamarca
(equivalente ao segundo ano do ensino médio no Brasil) desenvolvem experimento
científico para testar os efeitos da radiação de celular em plantas. Os
resultados podem te surpreender.
Cinco jovens
mulheres do nono ano na Dinamarca criaram recentemente um
experimento científico que está causando um polêmica na
comunidade científica
Tudo começou com uma observação e uma
pergunta. As meninas notaram que se dormissem
com seus celulares próximos de suas
cabeças à noite, elas frequentemente
tinham dificuldade em se concentrar na escola no dia
seguinte. Elas queriam testar o efeito da
radiação de um telefone
celular em seres humanos, mas a escola delas, Hjallerup School na
Dinamarca, não tinha os
equipamentos para lidar com tal
experimento. Assim, as garotas desenvolveram
um experimento que iria testar o efeito da
radiação de celulares em uma
planta.
Os alunos colocaram seis
bandejas cheias de Lepidium sativum, um tipo de Agrião de
jardim em uma sala sem
radiação, e seis bandejas de sementes em outra
sala próximo a dois
roteadores que, de acordo com os
cálculos meninas, emitiam aproximadamente
o mesmo tipo de radiação de um celular comum.
Ao longo dos 12 dias seguintes, as meninas observaram, mediram, pesaram e fotografaram seus resultados. Embora ao final do experimento, os resultados eram evidentemente óbvios - as sementes de agrião colocadas próximo ao roteador não tinham crescido. Muitas delas estavam completamente mortas. Enquanto as sementes de agrião plantadas na outra sala, longe dos roteadores, .
O experimento rendeu as meninas (foto abaixo) grandes honras em uma competição regional de ciência e interesse de cientistas em todo o mundo.
Ao longo dos 12 dias seguintes, as meninas observaram, mediram, pesaram e fotografaram seus resultados. Embora ao final do experimento, os resultados eram evidentemente óbvios - as sementes de agrião colocadas próximo ao roteador não tinham crescido. Muitas delas estavam completamente mortas. Enquanto as sementes de agrião plantadas na outra sala, longe dos roteadores, .
O experimento rendeu as meninas (foto abaixo) grandes honras em uma competição regional de ciência e interesse de cientistas em todo o mundo.
Fonte: http://www.mnn.com/health/healthy-spaces/blogs/student-science-experiment-finds-plants-wont-grow-near-wi-fi-router
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